Quando alguém decide investir em um carro novo, usado ou até mesmo em um caminhão, uma das primeiras dúvidas que surgem é se será necessário dar entrada. No financiamento, isso é praticamente uma regra, porém, quando o assunto é consórcio, o cenário muda bastante.
Se você deseja entender se existe entrada, como funciona a adesão e o que fazer com o valor que seria destinado a ela, acompanhe a leitura!
O consórcio exige dar entrada?
A resposta é simples: não, o consórcio não exige entrada. Essa é uma das maiores vantagens dessa modalidade.
Diferente do que ocorre no financiamento, onde você precisa pagar um valor inicial (muitas vezes entre 20% e 40% do preço do bem) o consórcio permite que você participe do grupo pagando apenas a primeira parcela, que nada mais é do que o início do seu plano.
Isso funciona porque o consórcio é um sistema de compra colaborativa, sem empréstimo de dinheiro. Portanto, não há motivo para que a administradora exija uma entrada. O valor das mensalidades funciona como a construção gradual da sua carta de crédito, que será usada para adquirir o bem desejado assim que você for contemplado por sorteio ou lance.
Essa estrutura torna o consórcio acessível para quem:
Não possui dinheiro guardado para dar entrada
Não quer comprometer seu orçamento inicial
Busca um planejamento financeiro a longo prazo
Prefere economizar evitando juros de financiamentos
Além disso, por não existir entrada, o consórcio permite que você comece sua jornada de compra de forma muito mais leve e sem surpresas no bolso.
Quais são as taxas do consórcio?
Apesar de não exigir entrada, o consórcio possui algumas taxas que fazem parte da estrutura do plano. Essas taxas variam de acordo com a administradora, o tipo de bem e o grupo escolhido. Ainda assim, são valores bastante competitivos se comparados aos juros de um financiamento.
Veja as três principais:
Taxa de administração: é a principal taxa do consórcio. Ao contrário dos juros compostos, a taxa de administração é cobrada de forma diluída ao longo das parcelas, o que torna o custo total muito menor. Essa taxa remunera a administradora por gerir o grupo, realizar as assembleias, controlar os pagamentos e garantir toda a segurança do sistema.
Fundo de reserva: destinado a cobrir possíveis inadimplências e garantir a saúde financeira do consórcio. De modo geral, o fundo de reserva existe para garantir a saúde financeira do grupo.
Seguro (opcional): algumas administradoras incluem seguros no plano, como seguro de vida ou proteção em caso de desemprego. Não é obrigatório, mas quando incluso, oferece ainda mais segurança ao consorciado.
A boa notícia é que, mesmo com essas taxas, o custo total do consórcio costuma ser menor do que qualquer modalidade de crédito com juros. Por isso, mesmo sem dar entrada, o consórcio se destaca como uma das maneiras mais econômicas de adquirir um bem de alto valor, como um carro.
Já que eu não preciso dar entrada no consórcio, o que fazer com esse valor?
Se você já tinha separado um valor para dar entrada, saiba que é possível transformar esse dinheiro em uma estratégia ainda melhor dentro do consórcio: dar um lance.
O lance é uma forma de tentar antecipar sua contemplação. Ele funciona como uma espécie de “adiantamento” das parcelas futuras. Ao oferecer um lance maior do que outros participantes na assembleia, você aumenta suas chances de ser contemplado antes, garantindo o acesso imediato à carta de crédito.
Na prática, existem diferentes modalidades de lance:
Lance livre: você escolhe o valor que deseja ofertar. Quem oferece o maior percentual é contemplado.
Lance fixo: a administradora define um percentual padrão para todos os participantes, como 20% ou 30% da carta de crédito. Todos concorrem igualmente.
Lance embutido: ideal para quem não tem dinheiro disponível, mas ainda deseja antecipar a contemplação. Nesse caso, uma parte da própria carta de crédito é usada para o lance, sem que você precise desembolsar nada.
Lance troca de chaves: nessa modalidade, você pode usar o veículo atual como parte do lance, a depender da avaliação da administradora.
Agora, se você já possui uma reserva que seria usada como entrada no financiamento, usar esse recurso como lance pode ser extremamente vantajoso. Afinal:
Antecipar a contemplação significa receber o bem mais rápido
Você reduz o número de parcelas a pagar no futuro
Garante maior previsibilidade na compra
Evita pagar juros, como aconteceria em um financiamento
Se preferir, você também pode guardar o dinheiro para despesas futuras, como documentação, transferência do veículo, possíveis melhorias ou custos com seguro. Mas, estrategicamente, usar esse valor como lance pode ser a opção mais inteligente para quem deseja agilizar a conquista do veículo no consórcio.
Simule o seu Consórcio Volkswagen!
Agora que você já sabe que não é necessário dar entrada no consórcio, entende como funcionam as taxas e descobriu que é possível acelerar sua contemplação usando um lance, chegou a hora de dar o próximo passo: simular o seu Consórcio Volkswagen.
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